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| By Eugeny Kozhevnikov |
Deixei que voasses... que abrisses as asas a todos os desejos, sem limites, que te deliciasses com todos os prazeres.
Deixei que sentisses bater-te no rosto a suavidade das brisas interditas, porque sei que sabes onde é a sua morada, sabes do amor e da ternura destas mãos que te libertaram...
A.
Deixei que sentisses bater-te no rosto a suavidade das brisas interditas, porque sei que sabes onde é a sua morada, sabes do amor e da ternura destas mãos que te libertaram...
A.







