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| Foto: Pino Leone |
um lume mágico lambeu as
sílabas. rasgou o céu da noite. onde o beijo explodiu no mais doce açoite.
e o prazer escorreu transcendente.
como carícia obscena que. deliciosamente. tornou delinquente o nosso poema.
A.
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| Edouard Boubat. Lella Paris, 1946 |
é demasiado tarde... e a tua ausência. rouba-me as palavras. há um estranho silêncio. nas horas. em que vais. ao terraço. curar a melancolia dos domingos. entregas ao vento. o teu rosto fechado. queres habituar-te à ausência do amor. e esqueces. que a seguir à morte da saudade. renascem os cheiros. E… é na pele. que a memória nos atraiçoa.
[ A. ]
[ A. ]
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| Arte Digital de Jaya Suberg |
"O amor é um animal selvagem que chega até nós em silêncio. Aloja-se em nós e ocupa cada ponto do nosso corpo, mais, toda a nossa vida. [...]
No amor oscilamos entre tudo poder ser e nada poder ser, a impossibilidade de tudo. É este o amor, é esta a nossa vida. Tu sabes, não sabes?
Eu sei muito pouco, quase nada. ...
Ver mais. De ti quero aprender tudo. O melhor e o pior.
O resto é-me indiferente."
[Pedro Paixão], in "Ladrão de Fogo"
No amor oscilamos entre tudo poder ser e nada poder ser, a impossibilidade de tudo. É este o amor, é esta a nossa vida. Tu sabes, não sabes?
Eu sei muito pouco, quase nada. ...
Ver mais. De ti quero aprender tudo. O melhor e o pior.
O resto é-me indiferente."
[Pedro Paixão], in "Ladrão de Fogo"
Cada fotografia parece uma pintura barroca. A série “Muses” de Christy Lee Rogers, tem traços dos grandes mestres barrocos, incluindo os contrastes de Caravaggio entre luz e sombra, o foco de Artemisia Gentileschi no movimento e a rica paleta de cores de Rubens. Porém, as cenas de Rogers não ocorrem em interiores opulentos ou paisagens mitológicas. Em vez disso, cada fotografia apresentada em “Muses” foi filmada e fotografada, à noite numa piscina iluminada.











